Ovários Policísticos: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

Muitas mulheres acham que têm ovários policísticos ou até recebem esse diagnóstico de forma errônea.

Vamos explicar um pouco sobre a verdadeira síndrome dos ovários policísticos. Para pararmos com esse autodiagnóstico de dizer “ah eu tenho os ovários policísticos” .

Não basta ter feito um exame que viu cistos no ovário. E essa é uma conclusão muito comum, porque a presença de diversos cistos nos ovários pode ser uma condição normal fisiológica que acontece pelo próprio processo de ovulação.

E na verdadeira a síndrome dos ovários policísticos têm critérios diagnósticos bem precisos, então não basta ter microcistos na superfície do ovário diagnosticada pelo ultrassom.

Primeira coisa que é uma condição que está presente sempre, mas há ainda a irregularidade menstrual da mulher que tem síndrome de ovários policísticos. Tipicamente aquela mulher que não tem fluxo menstrual regular.

Há alteração nos ciclos menstruais causada por distúrbios nos ovários, fisiológicos e hormonais, causados pela renovação crônica nos ovários.

Assim, o que está por trás desse distúrbio da mulher que não ovula regularmente, que não tenha um ciclo menstrual normal e anulação crônica é a primeira característica importante da síndrome do ovário policístico.

E a segunda é a presença do hiper androgenia, mesmo termo usado para definir o excesso de hormônios masculinos na mulher de hormônios derivados da testosterona, isso pode ser diagnosticado de forma clínica pela presença de sintomas que são aumento de pelos no corpo da mulher, pele muito oleosa, espinhas e nos casos mais graves até alteração da voz e ganho de massa muscular.

Uma mulher que fez uma operação de rotina e viu que seus ovários não têm nenhum desses sintomas, ciclo menstrual regular, muito provavelmente não tem sentido nenhum achar que tem ovário policístico, simplesmente fez o ultrassom numa fase do ciclo menstrual que é o começo do mês, depois da última menstruação que a gente sabe que o ovário está preenchido por diversas substâncias.

E pra quem tem a verdadeira síndrome dos ovários policísticos, essas mulheres realmente precisam de uma avaliação bem feita e específica, em primeiro lugar porque a gente sabe que a síndrome dos ovários policísticos está associada a várias outras doenças ou alterações metabólicas, por exemplo o aumento de peso, diabetes, hipertensão e alterações do colesterol.

Então, essas coisas quase sempre vem juntas com a síndrome dos ovários policísticos e têm que ser avaliadas também se a mulher tem altereada a sua glicemia e colesterol, feito a medida da circunferência abdominal entre outras coisas, para avaliar o risco metabólico e por fim como é que se trata a síndrome dos ovários policísticos.

Tem-se que separar basicamente em dois perfis de mulheres,

  • as mulheres que têm síndrome de ovários policísticos que querem ficar grávida e estão tentando engravidar
  • e as que não querem, porque as que não querem devem tratar com algum tipo de anticoncepcional.

Elas têm que ser bem avaliadas para saber exatamente qual anticoncepcional é o mais indicado e se ela pode usar, considerando as outras condições que os outros riscos na mulher que quer engravidar os vários políticos são um problema, porque ela não ovula normalmente, então ela tem que fazer um tratamento específico para que seja estimulada a ovulação

Atualmente a medicina trata os ovários policísticos e a síndrome dos ovários policístico com intervenção medicamentosa e cirúrgica, mas há tratamento natural o qual indiquei no link acima.

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